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domingo, 13 de outubro de 2013

ALÍVIO QUE VEM DAS MÃOS


Dores na lombar, no pescoço, nas articulações e dores de cabeça. São muitas as razões que levam os pacientes a procurar um osteopata. Uma abordagem médica natural ainda em ascensão em Portugal, mas muito comum na América do Norte e na Europa do Norte, ganha cada vez mais adeptos que buscam ajuda para problemas do sistema musculosquelético. O tratamento é feito por meio de técnicas de manipulação, em que o profissional manipula as articulações com um movimento rápido de baixa amplitude com precisão, promovendo a restauração da função articular e, com isso, provocar um relaxamento da tensão muscular.

As técnicas osteopáticas revelam outros benefícios, em que os pacientes relatam melhorias noutras áreas da saúde para além da melhoria da dor pontual que os conduziram ao consultório. A melhoria do seu bem-estar ocorre porque ao aliviar a pressão sobre os nervos que se encontram comprimidos, aumenta-se o fluxo sanguíneo e melhora a irrigação dos órgãos.

São inúmeras as razões que podem gerar transtornos na coluna. A má postura adotada no dia a dia é com certeza uma das principais razões. No entanto, podemos referir ainda os esforços repetitivos, fatores genéticos, alterações morfológicas da coluna, fatores reumatológicos, degeneração ou envelhecimento das estruturas, alterações psicossociais, sedentarismo, traumas, entre outros.

A consulta com um osteopata começa com a história clínica, abordagem de algumas questões, interpretação de alguns exames de diagnóstico complementar, observação geral do corpo, palpação dos tecidos, realização de um conjunto de provas e de testes quer de natureza ortopédica quer osteopáticas para se chegar a um diagnóstico preciso sobre a causa da disfunção somática que apresenta. Após a definição do respetivo diagnóstico é proposto ao paciente um Plano de Tratamento adequado, que varia no número de sessões consoante a gravidade e natureza da lesão. Propõe ainda algumas orientações e exercícios para a recuperação e a prevenção de lesões a realizar no seu dia a dia.

O tratamento é feito por meio de técnicas de manipulação, em que o profissional manipula as articulações com um movimento rápido de baixa amplitude e com precisão, promovendo a restauração da função articular e, com isso, provocar um relaxamento da tensão muscular.

Certifique-se de que o profissional tem formação de nível superior em Osteopatia.

 

domingo, 6 de outubro de 2013

BICOS DE PAPAGAIO - O QUE É ?




Também conhecidos como osteófitos, o bico-de-papagaio caracteriza-se pela formação óssea, em torno dos discos da coluna vertebral, que em exames de raio-x se assemelham ao formato de um bico (daí o nome bico-de-papagaio).
Essas formações, conhecidas como osteófitos, são uma forma de o organismo recuperar a estabilidade perdida. Com o desgaste das articulações da coluna, acabam por ocorrer “folgas” na coluna, essa instabilidade faz com que o nosso corpo forme osso na tentativa de segurar a coluna na sua anatomia correta, numa tentativa de criar estabilidade. São um tipo de artrose (desgaste das articulações). A calcificação causa dores, pois comprime nervos e músculos.

Surgem com maior frequência na coluna vertebral, porém qualquer articulação do corpo pode ser afetada.
Envelhecimento da coluna (espondilose), artrose, má postura, obesidade, sedentarismo, fraturas, sobrecarga articular, esforços repetitivos e doenças do foro reumatológico também são fatores que contribuem para a formação de osteófitos.

É um processo irreversível e progressivo, mas 95% dos casos são leves e tem controle mais fácil.

ACOMPANHAMENTO
OSTEOPÁTICO

Previne problemas na coluna por beneficiar a mobilidade das articulações. Ajustes osteopáticos ainda ajudam a reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida de quem já possui bico-de-papagaio.

terça-feira, 2 de julho de 2013

PORQUE OCORRE A DOR CIÁTICA ?



A Dor ciática não é uma doença, mas o síndrome de uma condição médica subjacente que pode estar a causar irritação do nervo ciático – o maior do corpo humano.
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Ocorre quando uma ou mais raízes nervosas localizadas na região inferior da coluna vertebral, nomeadamente na região lombar são comprimidas e irritadas, desencadeando dor na região lombar com ou não irradiação da mesma pela face posterior da perna abaixo até ao pé junto da base do calcâneo, dependendo do grau de compromisso das respetivas raízes nervosas.
 

Manifestações Clínicas

 Dor moderada ou aguda na parte inferior do ráquis, nádegas e/ou nos membros inferiores (perna e pé).
Dormência, sensação de formigueiro e fraqueza ou dificuldade para mover a perna ou pé.
 
Pessoas que sofrem deste tipo de dor manifestam na maior parte dos casos dificuldade em dormir, principalmente devido à falta de suporte adequado na região lombar inferior, o que faz com que a pressão da coluna vertebral irrite o nervo ciático. Recomendamos a leitura do artigo que aborda “As melhores posições de dormir”.
 

As causas mais comum

Síndrome do Piriforme - é a causa mais comum de dor ciática que envolve o músculo piriforme. É um músculo que se encontra localizado na região dos glúteos, com origem  no bordo lateral do sacro que se estende na diagonal inserindo-se no grande trocânter do fêmur, é um rotador externo da coxa. O nervo ciático encontra-se localizado no centro destes músculo. Em episódios de espasmos ou contraturas musculares do mesmo, este comprime o nervo ciático o que designamos de “síndrome do piriforme” desencadeando dor e restrição na mobilidade de todas as estruturas peri-articulares. O nervo ciático é executado através do músculo piriforme. Por vezes, quando ocorrem espasmos musculares acontece o chamado (síndrome do piriforme) e quando o fazem, reprimem o nervo ciático.
Protusão e hérnia discal - A protusão discal é o início de uma etapa do desgaste do disco interverbal que poderá ou não culminar numa hérnia discal. Uma das caraterísticas da protusão é o abaulamento disco. A hérnia discal ocorre quando o material existente no interior do núcleo pulposo se exterioriza para fora, junto aos espaços onde se encontram as raízes nervosas. A pressão exercida deste material sobre uma das raízes nervosas do plexo lombar e que forma o nervo ciático é que desencadeia a referida dor ciática.

Traumatismos - Outra causa comum de dor ciática é são os sucessivos traumatismo que determinadas pessoas sofrem no exercícios das suas atividades ou na prática de alguns desportos mais violentos e que bruscamente provocam compressão nos nervos lombares. Estas pessoas estão mais propensas ao risco de sofrer a dor ciática.
Estenose espinal lombar -  Entre todas as causas ciática, estenose espinal pode ser a mais comum entre os mais idosos. A dor é geralmente postural. Isto significa que atividades como corrida ou caminhada pode trazer dor, mas pode ser aliviada por se sentar.

Espondilolistese -  é um distúrbio em que uma vértebra desliza sobre uma vértebra adjacente. Sempre que isso acontece, a raiz do nervo espinhal é comprimido e geralmente resulta em dor ciática na perna. Dentre as causas ciática diferentes, espondilolistese é desenvolvimento. É uma doença que se inicia no nascimento e progride durante a infância. Também pode ser adquirido a partir de trauma, stress físico (como musculação), ou degeneração espinhal.
Os tumores da coluna vertebral - Tumores medulares são crescimentos celulares anormais na coluna. Eles podem ser benignos ou malignos (cancerosos). Felizmente, porém, este tipo de tumor é raro. No entanto, quando isso acontece na região lombar, aumenta o risco de dor ciática. Como causas ciática são todos devido à compressão dos nervos, os tumores irritante as raízes do nervo pode levar à condição. Faz com que a ciática


Tratamento Osteopático


Obviamente, o nosso foco principal é incide sobre a coluna vertebral e sobre o sistema nervoso, cujo primeiro objetivo, é encontrar a causa subjacente da dor ciática e descobrir exatamente o que está originado a dor ciática. De seguida, determinar qual a melhor maneira de realmente corrigir a causa do problema, eliminando a pressão que é exercida sobre as raízes nervosas de modo a aliviar a dores que sente.
A Osteopatia apresenta excelentes resultados comprovados na resolução das ciáticas e de lombalgias associadas. Venha e comprove.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O USO REPETITIVO E PROLONGADO DO RATO PODE GERAR VÁRIAS LESÕES



Uso incorreto e repetitivo de um rato pode levar a uma condição conhecida como Lesões por Esforços Repetitivos (LER), entre elas as tendinites. "Formigueiro, dormência e fraqueza muscular no antebraço e mãos são os primeiros sinais de sobrecarga dos tendões.

A exposição a forças repetitivas, como vibração, posição anormal da mão e do pulso são diferentes causas de lesão. Por esta razão, o uso excessivo de novas tecnologias gera 29% mais vezes o surgimento de tendinites do que outros empregos, refere Jorge Boretto, especialista em cirurgia da mão e membro da Associação Argentina de Cirurgia Hand (AACM).
O uso repetitivo e prolongado do rato pode gerar várias lesões, o que limita as funções da mão, punho e dos dedos," explica o Dr. Aldo Falco, presidente da AACM. Algumas estatísticas revelam que aproximadamente 50% das pessoas que passam mais de oito horas por dia à frente de um computador, sofrem deste tipo de lesão.

De acordo com o Dr. Álvaro Muratore da AACM: "Aqueles com maior risco quase sempre têm mais de vinte anos." As mulheres são mais propensas a tendinite por uma questão hormonal que é muito comum em mulheres grávidas.

 

Patologias
associadas:

·         Tendinite: inflamação aguda ou crónica dos tendões.

·         Tenossinovite: inflamação aguda ou crónica das bainhas dos tendões.

·        Síndrome de de Quervain: é uma afeção caraterizada pelo espessamento fibroso da bainha comum dos tendões do polegar.

·         Síndrome do Radial: compromisso do nervo radial na extensão do braço até ao cotovelo.

·        Síndrome do Túnel do Carpo: contração do nervo mediano no túnel do carpo. É resultado da extensão do punho e da força excessiva aplicada na ponta dos dedos para pressionar o botão do rato.

·        Epicondilite: inflamação dos tendões do cotovelo causada por movimentos excessivamente repetitivos ou efetuados com demasiada intensidade.

 

Dicas
para evitar lesões:


Posicionar o teclado a um nível mais baixo do que o cotovelo. Desta forma, os ombros e os pulsos permanecem numa posição mais relaxada.
Evitar ratos demasiado pequenos, o ideal é que o rato tenha curvaturas de modo a promover a extensão do punho de 10 a 15 graus e que tenha a largura suficiente para que não faça movimento de pinças com os dedos.
Use uma almofada de borracha entre o teclado e a mesa.
Os antebraços devem estar apoiados, tanto a teclar tanto no uso do rato.
Fazer pausas periódicas durante o dia de trabalho e realizar exercícios de alongamento dos flexores e extensores do punho e dos dedos.
Para alongar os punhos e prevenir doenças como a do túnel do carpo e a tendinite, os especialistas aconselham juntar as palmas das mãos (dedos apontados para o teto) e empurrar os calcanhares das mãos em direção ao chão, segurando por 15 segundos. Depois, coloque as palmas das mãos juntas com os dedos apontados para o chão e empurre os calcanhares das mãos em direção ao teto.

sábado, 29 de junho de 2013

SAIBA QUAIS AS MELHORES POSIÇÕES DE DORMIR PARA ALÍVIO DA DOR DE COSTAS



Uma posição de dormir incorreta pode agravar as dores de costas. Caso, sofra de dores de costas deve tomar cuidados redobrados com as posturas que adota ao dormir.

Dormir com as costas numa posição não-neutral pode arquear demasiadamente a coluna vertebral, provocando pressão fora do eixo axial (coluna), traduzindo-se em dores e desalinhamentos nas costas.

Assim, para atenuar estes efeitos e para garantir que a coluna permaneça o mais ereta possível, recomendamos de seguida duas posições que podem ajudar no alívio das dores:


Posições corretas
que deve adotar

 

Dormir de lado com uma almofada no meio das pernas
Evita o contato entre os joelhos e, como diminui a torção inadequada da coluna, causada por uma perna sem apoio correto, ajuda a relaxar os músculos da face lateral da coxa. A almofada por baixo das pernas causa uma leve flexão dos joelhos, deixando a coluna na posição correta.



Dormir de costas
Coloque uma almofada debaixo dos joelhos. Também poderá colocar uma pequena toalha, enrolada debaixo das costas, sobretudo na região lombar. Esta posição contribui para que a sua coluna se mantenha alinhada, removendo a curvatura da região lombar – a chamada “Lordose Lombar”. Permite o alívio da dor em apenas alguns minutos. Além disso, a posição pélvica é neutralizada, o que permite um relaxamento da parte inferior das costas.

 

A Evitar

Dormir de barriga para baixo
Esta posição prejudica a coluna, pois ela é torcida e a cabeça roda para um dos lados.


Como deve
levantar-se da cama ?

 Aprenda a deitar e levantar da cama da forma correta, de modo a proteger a sua coluna, sobretudo a da região lombar. Use a técnica de "rolamento lateral" quando quiser se deitar.

·         Role para o seu lado e dobre os joelhos.
·         Solte os pés para o lado da cama, e empurre com ambos os braços para se sentar na cama.
·         Levante-se, mantendo as costas em posição ereta.

 
Dicas para dormir melhor


·      Repousar pode ajudar, mas não passe muito tempo na cama, não mais do que um ou dois dias após o início da dor de costas, pois pode causar rigidez muscular e agudizar a dor nas costas.
·      Caso necessite de se deitar para se sentir mais confortável e mais aliviado da dor, não se esqueça de se levantar de vez em quando e de se mover. Isso pode aliviar a rigidez e a dor, que irá ajudá-lo a dormir melhor à noite.
·       Um banho rápido com água quente por 10 minutos antes de se deitar pode ajudar a relaxar os músculos que se encontram em tensão.
·       Caso tenha uma lesão aguda, coloque gelo cerca de 20 minutos.
·      Evite grandes refeições, álcool e cafeína antes de dormir. Isso estimula o corpo, fazendo com que fique acordado por mais tempo e corra maiores riscos de contrair espasmos musculares.
·      Tente técnicas de relaxamento, como o relaxamento muscular progressivo ou a respiração profunda.


Cuidados a ter:

·        A almofada não pode ser nem demasiada alta nem demasiada baixa, para evitar que o pescoço fique curvado. Mas suficientemente alta para manter a coluna alinhada.
·        Se o colchão for demasiado macio ou apresentar sinais de desgaste, deverá trocá-lo por outro cuja densidade esteja de acordo com o seu peso e a sua altura.
·        Deverá preferencialmente trocar de colchão de 5 em 5 anos.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

FUMAR AUMENTA O RISCO DE DORES NAS COSTAS



Desde algum tempo, a pesquisa científica vem mostrando uma ligação estreita entre tabagismo e o risco aumentado de dor lombar, doença do disco intervertebral e mais complicações pós-operatórias após as cirurgias de coluna.

Recentemente foi publicado no The Journal of Bone & Joint Surgery um estuto intitulado – “Smoking Cessation Related to Improved Patient-Reported Pain Scores Following Spinal Care”, que revelou que os pacientes fumadores com dores de costas submetidos ao tratamento apresentaram mais dores do que os que deixaram de fumar no decorrer do tratamento.
O tabagismo já foi identificado como um fator de risco modificável para doenças que provocam dores crónicas. Neste novo estudo, os pesquisadores analisaram o histórico do tabagismo e de dor em mais de 5.300 pacientes com dores de costas ou com compromissos radiculares, que passaram por tratamento, cirúrgico ou não, durante um período de oito meses.

No momento do atendimento, pacientes que nunca fumaram e ex-fumadores relataram significativamente menos dor nas costas do que fumadores e do que aqueles que pararam de fumar durante o período de estudo. A pesquisa também traz diversas informações importantes para os que sofrem com dores na coluna:

·        Aqueles que deixaram de fumar durante o estudo relataram uma melhoria significativa na dor das costas em comparação aos que continuaram a fumar;
·        A média de melhoria na classificação de dor foi clinicamente mais significativa nos pacientes não fumadores;
·        O grupo que continuou fumando durante o tratamento não obteve melhorias clínica significativa da dor relatada;

·      Usando o Índice de Incapacidade de Oswestry (parâmetro mais comumente utilizado para avaliação da dor lombar), a média mais elevada na melhoria foi observada em pacientes que nunca fumaram em comparação aos pacientes que ainda fumavam durante o estudo.

Outro estudo publicado no Journal of Pain Research tentou determinar quais os efeitos que o tabaco tem sobre a prevalência de dor lombar. Este estudo concluiu que fumadores diários são aproximadamente 50% mais propensos a ter dor nas costas do que não-fumadores. Os Fumadores ocasionais não revelam tanta dor como os anteriores, mas são mais propensos a ter dor lombar do que os não-fumadores

Parar (ou abster-se de) fumar vai ajudar a reduzir o atual e prevenir futuros episódios de dor lombar.


sábado, 22 de junho de 2013

OSTEOPATIA PODE SER SUPREENDETEMENTE EFICAZ NO ALÍVIO DAS DORES DE CABEÇA



Talvez não haja no mundo quem nunca tenha tido uma dor de cabeça. Mas existem pessoas, e não são poucas que sofrem de dores crónicas e, por falta de informação ou uso de automedicação, não encontram uma solução para o seu problema. O que pouca gente sabe é que a origem dessa dor pode estar associada a alterações da coluna, má postura por tempo prolongado, esforços repetitivos, às sobrecargas no trabalho diário e às tensões físicas e emocionais, e a mesma beneficia duma abordagem de consulta de osteopatia.

 

Dores de cabeça (cefaleias) de origem cervical, também conhecidas como dores de cabeça cervicogénica ou tensionais são responsáveis por 15 a 20% de todas as dores de cabeça e consiste numa disfunção dos primeiros segmentos vertebrais da coluna cervical associada a tensão dos músculos da base da nuca e dos ombros. Apesar de ser mais comum em mulheres, é um síndrome que afeta ambos os sexos.


Sintomatologia

A sintomatologia clássica duma dor de cabeça cervicogénica é o começo na nuca que irradia para o topo da cabeça e para os lados e desce para os olhos. Este tipo de dor imita outras formas de dores de cabeça, mas a cefaleia cervicogénica apresenta outros sinais, como:
  • Agudiza-se com os movimentos da cabeça, do pescoço e potencializa-se com alteração postural.
  • Geralmente começa na base da cabeça, onde o crânio se encontra com pescoço e de seguida irradia para cima e ao redor da cabeça.
  • Dor intermitente, unilateral e de intensidade moderada.
  • Acentuada sensibilidade na região suboccipital.
  • Duração variável (horas) ou dor contínua flutuante.

Fatores
Desencadeantes

·         Disfunção das primeiras vertebras cervicais.

·         Desalinhamento da cintura escapular (ombros).

·         Perda de tónus muscular (sobretudo da região posterior).

·         Má postura da cabeça e pescoço.

·         Dismetria dos membros inferiores.

·         Stress que pode conduzir ao surgimento de contraturas musculares e à respetiva alteração funcional.

·         Alimentação, períodos harmonias e alterações viscerais.


Como é que a disfunção dos segmentos vertebrais cervicais provocam as dores de cabeça ?

Quando temos um desalinhamento articular (denominado em Osteopatia de “SUBLUXAÇÃO VERTEBRAL” na região do pescoço, os nervos que saem das vértebras mais altas dessa região sofrem interferências no seu funcionamento, bem como a artéria vertebral que transporta o sangue para o cérebro sofre uma alteração no fluxo sanguíneo para a cabeça.
 
Este desalinhamento ou alteração do movimento vertebral cervical causa, uma irritação dos nervos o que pode provocar espasmos musculares na região cervical, piorando o quadro doloroso.
Essas interferências quer nos estímulos nervosos (informação propriocetiva) quer no fluxo sanguíneo desencadeiam sinais de que algo não está a funcionar bem. Assim, surgem as dores de cabeça. Este efeito é como pisar sobre uma mangueira, a água é bloqueada no ponto que está sendo comprimido e o efeito percebido ao longo do seu curso, prioritariamente na parte da saída e não na parte onde está sendo pisada.
 
Tratamento
Osteopático

Através de uma avaliação, onde são realizados testes ortopédicos e neurológicos, exame físico, entre outras provas osteopáticas, o osteopata consegue identificar as vertebras que se encontram em restrição. Através de técnicas osteopáticas específicas, denominadas de manipulação articular, o osteopata alivia a tensão das estruturas peri-articulares da região do pescoço, devolvendo a mobilidade dos músculos e articulações e proporcionando o alívio dos sintomas da dor de cabeça.
Pesquisas recentes no cuidado e tratamento de dores de cabeça cervicogénica e a dor crónica associada a elas revelam que a abordagem osteopática apresenta excelentes resultados no alívio das dores.


Para os que habitualmente sofrem de dores de cabeça e que ainda não tentaram a osteopatia como forma de tratamento da cefaleia cervicogénica, vale a pena tentar, pois serão agradavelmente surpreendidos com os resultados.